I think the greatest is the mind the dumbest the heart, that just because I can't accept I got both dumb: mind and heart. It is so idiot the way my heart goes through a relationship that I just feel despise. It which was supposed to be working in the same team called ME, makes me fall in all kinds of foolish traps. When I think that I am finally so smart there goes my heart spoiling all my mind's art. Like the mom which just showered the naughty baby whose need for pooping comes just in these times. A pooping baby is what my heart is. How much more should I suffer, asks my mind, my heart says nothing, it's deaf.
Week of break up. First three days I'm super alright. Forth day, life sucks I need some crying out. Second week (now are the predictions because I'm in the forth day at the moment), I feel like shit and want to slap him for causing me this. Third week, I think we were friends and friendship should remain, in name of the friendship all struggle should be done. Second month, pure depression. Third month, more tries for dialogue until it works. Seriously... This is so idiot. Whatever happens, I won't let myself go through this way again.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Dumb hated heart
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
La reina sin castillo
Pero.. ¿Quedate solo un poco más... Sí?
¿Así como que por un segundo más?
Así para que tenga un poco más de paz
Ya.. Te veo salir, caminando lejos
Junto con el aire que necesito
Lejos desde el centro de mi
Para donde no me vas a decir...
El negro enrudecer de tu mirada
El blanco de todo el nada
Que adelante va
Y por detrás
De nosotros.
Tus pasos van desdeñando
El mejor de los que hicimos
Bailando
Con tu vacío impuesto
Y mi cariño, mi disgusto
Nuestra historia se va.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Rendez vous
So far you came and conquered your land
In summer time when my sun however had poor and sleeping flames
So far you stood steady for a while
In front of that land which seemed
so prosperous but taken
For some whiles you avoided in your self protection's name
But once more and that land you wished you never came
The worthless try, even so,
You also didn't want to let it go
This land is a place for brave warriors
My passion comes as it always go
The flame takes challenging tricky ways but you knew what you were doing
And tricked me also on the back door
Despite a moment can take ages from the memories to remove
You came solely as you are
I've given solely the rest of what I couldn't
You've raised my other hidden selfies
Which I curiously haven't pursued
And despite I don't regret the self revival
If this is what gives me your rendez vous
I should have never ever lost myself into you
Just when the fall was on the way to take from the trees it's leaves
The sleeping flames awake from it's bad dreams
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
A menina do espelho
Ela me guarda no segredo de seus olhos e eu entro em pânico. Cai no precipício das minhas horas vazias. Dispersa-se. Escuridão. Eu sou o abismo de sua cor, e ela é cinza.
Relampeja e em seu estrondo de amplidão implodo. Pedaços cortados por todos os lados renascendo em erros antigos, imperdoáveis.
Fantasmas de sombra e escuridão.
Ela me guarda em seus olhos de precipício. Ela é o segredo do meu terror. Ela é tudo o que restou inteiro e se preserva no infinito de minhas trevas.
Eu te sinto morrer e morro junto.
A parte que ficou em você e se perdeu pra sempre.
Quem disse que quero sobreviver?
Quem disse que tenho que ser forte?
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Arcano Lunar
I
Meu ser primitivo retorna à noite primeira
artrópode-água, vestido em seu esqueleto
- da imortalidade à carne pulsante -
no silêncio fundo do fosso
à beira da margem reta que não transborda
dentro da noite aquosa
que dissolve tudo.
II
O delírio-lunar, as portas do inferno?
Os medos que me guardam. O instinto não-domesticado.
Bebo seus olhos lunáticos como espelhos,
o luar me uiva,
como as flores do sol, eu já posso passar.
III
Aos pés das torres de tetos opostos
intuo o caminho.
O homem da lua espreita
em máscara selenita.
Insanos sonhos
sanam-se em derramado orvalho
alimentando o sol que está para nascer.
Nenhum tesouro é perdido.
Clarice Shaw.
Meu ser primitivo retorna à noite primeira
artrópode-água, vestido em seu esqueleto
- da imortalidade à carne pulsante -
no silêncio fundo do fosso
à beira da margem reta que não transborda
dentro da noite aquosa
que dissolve tudo.
II
O delírio-lunar, as portas do inferno?
Os medos que me guardam. O instinto não-domesticado.
Bebo seus olhos lunáticos como espelhos,
o luar me uiva,
como as flores do sol, eu já posso passar.
III
Aos pés das torres de tetos opostos
intuo o caminho.
O homem da lua espreita
em máscara selenita.
Insanos sonhos
sanam-se em derramado orvalho
alimentando o sol que está para nascer.
Nenhum tesouro é perdido.
Clarice Shaw.
domingo, 5 de julho de 2015
Recorrência
Não sei de onde venho,
que idade tenho
só sei da carne morta
a torturar minha sombra
e dos três dedos que me tratam
e sorriem
e não desejam minha partida.
Devoro eras antigas
com as mãos ainda cruas
(as estrelas se desfizeram
na febre manca).
Os pés de plástico afundam na areia clara,
na areia-tempo
e ampulheta
a escoar a superfície inconsistente.
Quem é só deste mundo não pode ver
do quanto sou
enquanto estou
aqui.
Clarice Shaw.
que idade tenho
só sei da carne morta
a torturar minha sombra
e dos três dedos que me tratam
e sorriem
e não desejam minha partida.
Devoro eras antigas
com as mãos ainda cruas
(as estrelas se desfizeram
na febre manca).
Os pés de plástico afundam na areia clara,
na areia-tempo
e ampulheta
a escoar a superfície inconsistente.
Quem é só deste mundo não pode ver
do quanto sou
enquanto estou
aqui.
Clarice Shaw.
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